Rafael Ski trabalha com as ferramentas de seu tempo, com a dita “baixa tecnologia de ponta”, onde, utilizando componentes eletrônicos acessíveis, simples e até mesmo cotidianos, o artista brasileiro trabalha com avançadas tecnologias, como reconhecimento facial, elaborados sensores de movimento, intrincadas movimentações de partículas digitais, sempre antenado para o impacto das novas tecnologias sobre a vida cotidiana.

Assim que se graduou em Bacharel Belas Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora (Brasil), em 2010, iniciou sua pesquisa no campo das artes digitais, e já se apresentou em diversas galerias nacionais e internacionais. Uma das mais recentes e marcantes exibições, se deu em uma das mais importantes galerias da capital do Irã, Tehran, a “Mohsen Gallery”. Além de três edições da residência artística “Interactivos?”, ocorridas na Espanha e Inglaterra.

Trabalhando com mídias digitais e interativas, seu objetivo não se encerra na tecnologia em si. Apesar de se utilizar do raciocínio lógico para criar seus ambientes interativos, Rafael Ski busca incitar provocações que vão muito além do campo da razão. Ele busca provocar o “sentir”. Dentro desse ambiente, potencialmente, frio e racional, ele busca a humanização dessas tecnologias.

Artista digital, músico e roteirista. Brasileiro, mineiro.